segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Almirante de Esquadra Augusto Hamann Rademaker Grünewald

 Almirante de Esquadra Augusto Hamann Rademaker Grünewald:


Augusto Hamann Rademaker Grünewald, nascido no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, no dia 11 de maio de 1905, filho de Jorge Cristiano Grünewald e de Ana Guilhermina Hamann Rademaker Grünewald, ingressou na Escola Naval no ano de 1923, onde assentou praça de aspirante a Guarda-Marinha em 2 de maio desse ano.

Promovido a Guarda-Marinha, em janeiro de 1927, embarcou logo em seguida no Cruzador Barroso a fim de realizar viagem de instrução. Em junho desse mesmo ano, embarcou no Cruzador Rio Grande do Sul, sendo promovido ao posto de Segundo-Tenente, no mês de setembro, e desligado da Escola Naval logo em outubro, quando foi designado para embarcar no Encouraçado São Paulo, onde se apresentou no dia 14 desse mês, alcançou o posto de Primeiro-Tenente, em outubro de 1929 e permaneceu até maio de 1930, quando foi designado para o Contratorpedeiro Sergipe.

Em setembro de 1930, apresentou-se a bordo do Contratorpedeiro Santa Catarina, onde permaneceu até janeiro de 1932, desembarcando em seguida para o Navio-Auxiliar Itajubá, permanecendo até abril desse ano, quando desembarcou para o Navio-Auxiliar Itaúba – rebatizado Navio-Auxiliar Vital de Oliveira, em dezembro desse mesmo ano – subordinado à Diretoria de Navegação. Desempenhou diversas funções nessa comissão, com destaque para aquelas afetas à instrução prática de navegação, hidrografia e comunicações aos alunos da Escola Naval. Promovido a Capitão-Tenente, em setembro de 1932, exerceu, interinamente, as funções de Imediato do navio durante o período de 19 de maio a 11 de
junho de 1933. 

Em agosto do mesmo ano, apresentou-se para servir no Navio-Auxiliar Rio Branco e assumiu, interinamente, as funções de Imediato, as quais exerceu até maio de 1934, quando desembarcou a fim de assumir seu primeiro comando a bordo do Navio-Faroleiro Tenente Lahmeyer, em 16 de junho desse ano. Permaneceu poucos dias nessa comissão, pois, logo a 2 de julho, foi designado para comandar o Navio Mineiro Tenente Maria do Couto. Passou então o comando do Tenente Lahmeyer e assumiu o Tenente Maria do Couto, nessa mesma data. Permaneceu no comando desse navio até o dia 26 de fevereiro de 1935, passou o comando e desembarcou para a Diretoria de Navegação e, logo em 1º de março, apresentou-se na Diretoria de Pessoal. Permaneceu adido a essa Diretoria até o dia 23 do mesmo mês, quando embarcou na Diretoria de Ensino a fim de realizar o curso de aperfeiçoamento e especialização de oficiais em armamento, que foi conduzido a bordo do Encouraçado Minas Gerais, até setembro de 1935, quando foi transferido para a Escola de Especialização e Aperfeiçoamento para Oficiais, em terra. No dia 2 de janeiro de 1936, concluiu, com distinção, o referido curso e foi designado para embarque no Navio-Escola Almirante Saldanha, onde se apresentou no dia 17 do mesmo mês.

A 23 de fevereiro de 1937, voltou a embarcar no Encouraçado Minas Gerais, de onde desembarcou em 19 de março desse ano a fim de cumprir designação do Comando em Chefe da Esquadra para embarque no Cruzador Bahia, nessa mesma data, onde exerceu diversas funções, com destaque para as seguintes: Chefe do Departamento de Artilharia, Oficial de Tiro da Divisão de Cruzadores e Encarregado das Comunicações. Desembarcou do Bahia, em 22 de fevereiro de 1939 a fim de exercer a função de instrutor da Escola Naval, onde se apresentou logo no dia seguinte. Exerceu naquela Escola as atividades atinentes à instrutoria de armamento, cumulativamente às de Encarregado da 2ª Divisão. Integrou ainda a comissão examinadora para as provas de habilitação do estágio dos segundos-tenentes, em outubro de 1941.

Em dezembro desse ano, foi dispensado de suas funções na Escola Naval a fim de assumir as funções de Imediato do Navio Mineiro Carioca, onde embarcou em 6 de janeiro de 1942 e, juntamente aos demais navios da Flotilha de Navios Mineiros, realizou diversas comissões de patrulhamento nas águas dos estados do Nordeste, em especial da Bahia. No dia 16 de outubro de 1942, passou as funções de Encarregado de Navegação e Imediato do Carioca a fim de cumprir ordem de desembarque, nesse mesmo dia, e apresentar-se a bordo do Cruzador Bahia a fim de regressar ao Rio de Janeiro e, logo no dia 26 desse mês, desembarcar para o Comando em Chefe da Esquadra.

No dia 6 de novembro, foi então designado para servir no Navio-Escola Almirante Saldanha, onde foi promovido ao posto de Capitão de Corveta, em 26 de dezembro desse mesmo ano, e desempenhou a função de Instrutor de Armamento e Direção de Tiro do Curso de Aplicação para os Guardas-Marinha, até o dia 11 de fevereiro de 1943, e o encargo de Encarregado do Armamento, até 19 de março desse mesmo ano. Quando foi dispensado de suas atribuições a fim de cumprir designação para exercer as funções de Assistente da Força Naval do Nordeste.

Após viagem até a cidade de Salvador-BA, a bordo de navio do Loide Brasileiro, embarcou em aeronave militar com destino a Recife-PE, onde, em 31 de março, se apresentou no Comando da Força Naval do Nordeste a fim de assumir as funções para as quais havia sido designado previamente.

No quadro de beligerância vigente no contexto da Segunda Guerra Mundial e, em razão do estado de guerra contra Alemanha e Itália, reconhecido pelo Presidente da República, por Decreto de 31 de agosto de 1942, o então Capitão de Corveta Augusto Rademaker, no exercício das funções de Assistente do Comando da Força Naval do Nordeste, participou de missões de patrulha e escolta a comboios de navios mercantes, nacionais e estrangeiros, especialmente no trecho entre Recife e Rio de Janeiro, em conjunto com Forças Navais dos Estados Unidos da América.

Designado para o comando da Corveta Camocim, foi dispensado das funções de Assistente, em 19 de junho de 1944. Na condição de comandante do supramencionado navio, cuja posse efetiva se deu no dia 30 desse mês, seguiu participando de diversas missões de patrulha e escolta a comboios de navios mercantes, ainda sob a subordinação do Comando da Força Naval do Nordeste. Atuação que fez com que fosse agraciado com a Medalha de Serviços de Guerra com Três Estrelas, em 8 de junho de 1945, ainda ao comando da Corveta Camocim. Função que deixou a 21 de agosto desse ano, quando desembarcou para apresentar-se à Diretoria do Pessoal, onde permaneceu até 8 de janeiro de 1946, quando seguiu para a Delegacia da Capitania dos Portos de Santa Catarina, na cidade de Itajaí a fim
de cumprir designação para assumir as funções de Delegado naquela Organização Militar, onde se apresentou em 20 de janeiro e tomou posse em 24 do mesmo mês.

Em 8 de fevereiro de 1947, deixou o cargo de Delegado da Capitania dos Portos de Santa Catarina a fim de realizar o Curso de Comando da Escola de Guerra Naval (EGN), onde se apresentou a 14 do mesmo mês. Foi promovido ao posto de Capitão de Fragata, em 20 de junho, e, a 22 de dezembro, concluiu com aproveitamento o Curso de Comando. Sendo então desligado da Escola de Guerra Naval a 30 de janeiro de 1948 e, logo no dia seguinte, cumpriu designação de embarque na Fábrica de Torpedos da Marinha, onde exerceu a função de Auxiliar de Ensino da Escola de Guerra Naval até maio desse mesmo ano, quando embarcou novamente na EGN a fim de assumir as funções de Auxiliar da Divisão de Operações.

Em março de 1949, conforme despacho do Ministro da Marinha, exarado em requerimento do então Capitão de Fragata Augusto Rademaker, publicado no Boletim desse mesmo mês, foi reconhecida a honraria que lhe foi concedida pelo governo dos Estados Unidos da América: o Grau de Oficial da Legião de Honra, em reconhecimento aos seus serviços prestados por ocasião da campanha no Atlântico, durante a Segunda Guerra Mundial, no período em que foi comandante da Corveta Camocim, atuando em missões de patrulha e escolta a comboios nas costas do Brasil, em colaboração com as Forças Navais daquele país. 

Após desembarcar da Escola de Guerra Naval, em 8 de fevereiro de 1951, foi nomeado para exercer o comando do Contratorpedeiro Apa, onde embarcou nesse mesmo dia. No exercício das funções de comando, foi matriculado no Curso Superior por correspondência da EGN, em julho desse ano. Concluindo o mesmo com aproveitamento em janeiro de 1952. Em março desse ano, foi nomeado para comandar o Navio-Auxiliar Duque de Caxias, deixando então o comando do Contratorpedeiro Apa e apresentando-se no Duque de Caxias no dia 26 do mesmo mês. Suspendeu com destino à França, a 4 de junho de 1952 a fim de realizar reparos em estaleiro particular daquele país, levando a bordo 51 guardas-marinha em viagem de instrução. Durante essa comissão, foi agraciado com a Medalha Militar de Ouro, em 15 de dezembro de 1952, em reconhecimento de seus mais de trinta anos de serviços prestados à Marinha do Brasil.

De regresso ao Rio de Janeiro, em 24 de março de 1953, foi promovido, logo no dia seguinte, ao posto de Capitão de Mar e Guerra. Sendo então exonerado do comando do Navio-Auxiliar Duque de Caxias, em 15 de abril desse ano, e seguindo para o Estado-Maior da Armada, onde embarcou em 24 do mesmo mês, ficando adido, com função, ao Gabinete do Chefe do Estado-Maior da Armada até o dia 25 do mês seguinte, quando desembarcou para a Força de Contratorpedeiros, onde assumiu a função de Chefe do Estado-Maior e, no exercício das atribuições inerentes ao cargo, cumpriu destaque e realizou diversas comissões a bordo de alguns navios dessa Força, como os Contratorpedeiros: Amazonas, Marcílio Dias,
Apa, Greenhalgh e Tamandaré.

Dispensado da função de Chefe do Estado-Maior da Força de Contratorpedeiros, em 29 de abril de 1955, foi designado para o Centro de Armas da Marinha, onde se apresentou nesse mesmo dia a fim de cumprir nomeação para exercer o cargo de Diretor. Função em que foi agraciado com a Medalha de Prata da Força Naval do Nordeste e que desempenhou até o dia 8 de julho do ano seguinte, quando foi exonerado a fim de exercer o comando do Primeiro Esquadrão de Contratorpedeiros, para o qual havia sido nomeado naquela mesma data e que assumiu, efetivamente, no dia 29 do mesmo mês.

Promovido ao posto de Contra-Almirante em julho de 1958, foi designado para a subchefia do Estado-Maior da Armada e, em maio de 1959, assumiu o comando do 5º Distrito Naval, onde permaneceu até fevereiro de 1961, quando foi designado para substituir o Vice-Almirante Pedro Paulo de Araújo Suzano como Comandante em Chefe da Esquadra. 

Cargo em que foi promovido ao posto de Vice-Almirante, em maio do mesmo ano, e que exerceu até o mês de agosto, quando, por ocasião da renúncia do Presidente Jânio Quadros, passou as funções para o Vice-Almirante Hélio Garnier Sampaio a fim de ocupar o cargo de Diretor-Geral de Aeronáutica da Marinha. 


À frente da Diretoria-Geral de Aeronáutica da Marinha, realizou os seguintes cursos junto à Marinha dos Estados Unidos da América: Navy Admiralty Law and Parctice e o Military Sea Transportation and Shipping Control, nos anos de 1960 e 1961, respectivamente. Deixou a Diretoria de Aeronáutica em agosto de 1962, permanecendo adido ao Estado-Maior da Armada até setembro do ano seguinte, quando assumiu a chefia do Núcleo de Comando da Zona de Defesa do Atlântico.

Foi duas vezes Ministro da Marinha e transferido para a reserva remunerada, em outubro de 1969. Foi Vice-Presidente durante toda gestão de Emílio Garrastazu Médici na Presidência da República, ocupando esse cargo por ocasião das viagens do Presidente ao exterior nos anos de 1971 e 1973. Deixou o governo ao término da administração Médici, em 15 de março de 1974, e foi reformado em 2 de abril de 1974.


O Almirante de Esquadra Augusto Hamann Rademaker Grünewald faleceu no dia 13 de setembro de 1985, no Rio de Janeiro, e foi sepultado no cemitério São Francisco Xavier,  no mesma cidade.

Fonte: Marinha do Brasil.

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Distintivo da Brigada Paraquedista do Brasil

Distintivo da Brigada Paraquedista do Brasil:

Uma águia com as asas abertas tendo o paraquedas ao fundo é o símbolo da Brigada de Infantaria Pará-quedista. Nas primeiras décadas de criação da tropa ela era utilizada no ombro esquerdo da farda para identificar os militares que serviam nas unidades paraquedistas.

O distintivo vemos o animal por completo e em posição de ataque olhando para baixo na captura de uma possível presa. 

O símbolo da Águia sofreu apenas alterações na sua posição no fardamento. Inicialmente, o distintivo ficava na manga de alguns uniformes e, posteriormente a partir de 1987, passou para o bolso esquerdo das fardas de passeio. Essas mudanças ocorreram em todo Exército por meio de uma nova edição do Regulamento de Uniformes, mas não alterou o significado do símbolo.

O nosso exemplar, pela coloração e tipo de fixadores p o uniforme, está datado dos Anos 60, podendo ser mais antiga a sua confecção.



segunda-feira, 15 de agosto de 2022

"La borne de terre sacrée - Verdun"

 "La borne de terre sacrée":

Este objeto não é datado da Primeira Guerra Mundial, foi feito a partir de 1927 que começaram a fabricar os recipientes da "Terra Sagrada de Verdun".



Gaston Deblaize, o artista que o projetou, é um ex-soldado da classe de 1915 que serviu 40 meses na frente, quase metade dos quais em Bois-le-Prêtre, como simples soldado no 356º Regimento de Infantaria. Ele foi condecorado por seus atos com a Medalha Militar e a Croix de Guerre com 3 citações, uma das quais foi obtida em Verdun.


Este pequeno pilar de cerâmica (13 cm de altura, 6 cm de largura, 3,5 cm de espessura) foi projetado para incluir um pouco de "terra sagrada" do campo de Batalha de Verdun. Ele foi inspirado pelos marcos de pedra que o artista encontrou ao caminhar pelas estradas e nos quais às vezes se apoiava. Acrescentou o capacete Adrian, que às vezes costumava colocar nesse marcos de pedra durante o intervalo.


O "Borne de Terre Sacrée" também foi feito para conter terra de outros campos de batalha: Alsace, Champagne, Somme, Yser, etc.


Estes recipientes foram vendidos, com um certificado de procedência, "Em memória dos Mortos da Grande Guerra - Aos Mutilados - Aos Combatentes" em benefício da Associação dos "Gueules Cassées", tendo Gaston Deblaize doado a esta seus direitos autorais.

sexta-feira, 15 de julho de 2022

Disco LP “Hino à FEB em Homenagem às Enfermeiras de Guerra”

Disco LP “Hino à FEB em Homenagem às Enfermeiras de Guerra” de 1977 feito pela sra. Neyda Vidal Navarro, esposa do veterano da FEB, Gen Alvarenga Navarro, na época Comandante da 2 Região Militar, bem como, pela sra Helena Amaral, viúva do Brigadeiro Amaral. Teve apoio da Federação dos Empregados do Comércio de SP e do Sindicato dos Fotógrafos.




quinta-feira, 14 de julho de 2022

WW1 Royal Army Medical Corps (RAMC) Cap Badge

 WW1 Royal Army Medical Corps (RAMC) Cap Badge:


O Royal Army Medical Corps (RAMC) é um corpo especializado do Exército Britânico que presta serviços médicos a todo o pessoal do Exército Britânico e suas famílias na guerra e na paz. Juntamente com o Corpo Veterinário do Exército Real, o Corpo Odontológico do Exército Real e o Corpo de Enfermagem do Exército Real da Rainha Alexandra, o RAMC forma os Serviços Médicos do Exército essenciais do Exército Britânico. O RAMC não carrega uma Cor Regimental ou Cor do Rei o da Rainha, embora tenha uma Bandeira Regimental, nem tenha honras de batalha, pois elementos do corpo estiveram presentes em quase todas as guerras que o exército lutou. Por não ser uma arma de combate (não combatente), sob as Convenções de Genebra, os membros do RAMC só podem usar suas armas para autodefesa. Esta base regimental de nomeação para MOs continuou até 1873, quando foi criado um serviço médico do exército coordenado. Para participar, um médico precisava ser qualificado e solteiro e ter pelo menos 21 anos, e depois passar por um exame adicional em fisiologia, cirurgia, medicina, zoologia, botânica e geografia física, incluindo meteorologia, e também satisfazer vários outros requisitos (incluindo ter dissecado corpo inteiro pelo menos uma vez e ter atendido 12 casos de obstetrícia); os resultados foram publicados em três classes por uma Escola de Medicina do Exército, que foi criada em 1860 em Fort Pitt em Chatham, e mudou-se em 1863 para Netley fora de Southampton.


Houve muita infelicidade no Serviço Médico do Exército nos anos seguintes. Pois os oficiais médicos não tinham realmente patente militar, mas "vantagens correspondentes à patente militar relativa" (como escolha de alojamentos, taxas de alojamento, dinheiro, empregados, combustível e luz, subsídios por lesões recebidas em ação e pensões e subsídios para viúvas e famílias). Eles tinham salários inferiores na Índia, quantidades excessivas de serviço indiano e colonial (sendo obrigados a servir na Índia seis anos seguidos) e menos reconhecimento em honras e prêmios. Eles não tinham identidade própria, como o Corpo de Serviço do Exército, cujos oficiais tinham patente militar. Uma série de queixas foram publicadas, e o British Medical Journal tornou-se vocal. Por mais de dois anos após 27 de julho de 1887, não houve recrutas para o Departamento Médico do Exército. Uma comissão parlamentar relatou em 1890 destacando as injustiças dos médicos. No entanto, tudo isso foi ignorado pelo Secretário de Estado da Guerra. A British Medical Association, o Royal College of Physicians e outros redobraram seus protestos. Eventualmente, em 1898, oficiais e soldados que prestavam serviços médicos foram incorporados a um novo corpo conhecido por seu nome atual, o Royal Army Medical Corps; seu primeiro Coronel-em-Chefe foi H.R.H, o Duque de Connaught.

O RAMC começou a se desenvolver durante a Guerra dos Bôeres, mas foi durante a Primeira Guerra Mundial que atingiu seu apogeu tanto em tamanho quanto em experiência. O próprio RAMC perdeu 743 oficiais e 6.130 soldados mortos na guerra. Durante os dias coloniais da Grã-Bretanha, o RAMC estabeleceu clínicas e hospitais em países onde as tropas britânicas podiam ser encontradas. O Major-General Sir William Macpherson do RAMC escreveu a História Médica oficial da Guerra (HMSO 1922). Sua base principal foi por muito tempo o Queen Alexandra Hospital Millbank (agora fechado). Antes da Segunda Guerra Mundial, os recrutas do RAMC eram obrigados a ter pelo menos 5 pés e 2 polegadas de altura e podiam se alistar até 30 anos de idade. Eles inicialmente se alistaram por sete anos com as cores e mais cinco anos com a reserva, ou três anos e nove anos. Eles treinaram por seis meses no RAMC Depot, Crookham Camp, Aldershot, antes de prosseguirem para o treinamento especializado em comércio.

STRENGTHENED SLIDER VERSION 
(para fixação na cobertura de cabeça)



WW1 Royal Artillery Cap Badge

WW1 Royal Artillery Cap Badge:

As raízes da RCA remontam a 1793 a "The Loyal Company" formada em Saint John New Brunswick como o serviço ininterrupto mais longo no regimento de artilharia. Originalmente, em 1832, o rei Guilherme IV permitiu ao Regimento Real o direito de usar as armas reais e suporte sobre um canhão com o lema combinado "Ubique Quo Fas et Gloria Ducunt" ("Everywhere Whiter Right and Glory Lead", em português "Em todos os lugares, a direita mais branca e a glória lideram").


Versão canadense: mais tarde a artilharia canadense foi concedeu a autorização para usar "Canadá" no lugar de "Ubieque". Não foi até depois da Primeira Guerra Mundial que a RCA, em reconhecimento ao distinto serviço no exterior, pediu mais uma vez para usar "Ubique" e recebeu permissão do rei George V. em 1926.

STRENGTHENED SLIDER VERSION (para fixação):



terça-feira, 28 de junho de 2022

Binóculos DF VASCONCELOS

 Binóculos DF VASCONCELOS:

Em seu estojo de lata de fábrica e case de couro. 






Usado pelo EB e pela FEB durante a Segunda Guerra Mundial.


A D.F. Vasconcellos foi fruto da tenacidade de um jovem santista chamado Décio Fernandes de Vasconcellos que, desde cedo, se interessava por tecnologia e que, em 1940, por volta dos 30 anos de idade, escreveu ao Presidente da República de então se propondo a fabricar um instrumento de observação – telêmetro de depressão – para a Marinha usar nas unidades de artilharia de costa. Chamado pelo Ministro da Guerra para explicar seus planos, saiu da reunião com o apoio necessário para iniciar a fabricação de tal aparelho, antes importado, já no ano seguinte.