Mostrando postagens com marcador Primeira Guerra Mundial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Primeira Guerra Mundial. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de agosto de 2023

Medalha Concurso Individual de Instrução (Acadêmica) - Escola Militar da Praia Vermelha - 1916

 Medalha Concurso Individual de Instrução (Acadêmica)

Escola Militar da Praia Vermelha - 1916

Frente:

Instituída em 24 de maio de 1916. Concedida às praças classificadas em 1º lugar nos concursos individuais de instrução.

Verso:


Fita / Barreta:


segunda-feira, 15 de agosto de 2022

"La borne de terre sacrée - Verdun"

 "La borne de terre sacrée":

Este objeto não é datado da Primeira Guerra Mundial, foi feito a partir de 1927 que começaram a fabricar os recipientes da "Terra Sagrada de Verdun".



Gaston Deblaize, o artista que o projetou, é um ex-soldado da classe de 1915 que serviu 40 meses na frente, quase metade dos quais em Bois-le-Prêtre, como simples soldado no 356º Regimento de Infantaria. Ele foi condecorado por seus atos com a Medalha Militar e a Croix de Guerre com 3 citações, uma das quais foi obtida em Verdun.


Este pequeno pilar de cerâmica (13 cm de altura, 6 cm de largura, 3,5 cm de espessura) foi projetado para incluir um pouco de "terra sagrada" do campo de Batalha de Verdun. Ele foi inspirado pelos marcos de pedra que o artista encontrou ao caminhar pelas estradas e nos quais às vezes se apoiava. Acrescentou o capacete Adrian, que às vezes costumava colocar nesse marcos de pedra durante o intervalo.


O "Borne de Terre Sacrée" também foi feito para conter terra de outros campos de batalha: Alsace, Champagne, Somme, Yser, etc.


Estes recipientes foram vendidos, com um certificado de procedência, "Em memória dos Mortos da Grande Guerra - Aos Mutilados - Aos Combatentes" em benefício da Associação dos "Gueules Cassées", tendo Gaston Deblaize doado a esta seus direitos autorais.

quinta-feira, 14 de julho de 2022

WW1 Royal Army Medical Corps (RAMC) Cap Badge

 WW1 Royal Army Medical Corps (RAMC) Cap Badge:


O Royal Army Medical Corps (RAMC) é um corpo especializado do Exército Britânico que presta serviços médicos a todo o pessoal do Exército Britânico e suas famílias na guerra e na paz. Juntamente com o Corpo Veterinário do Exército Real, o Corpo Odontológico do Exército Real e o Corpo de Enfermagem do Exército Real da Rainha Alexandra, o RAMC forma os Serviços Médicos do Exército essenciais do Exército Britânico. O RAMC não carrega uma Cor Regimental ou Cor do Rei o da Rainha, embora tenha uma Bandeira Regimental, nem tenha honras de batalha, pois elementos do corpo estiveram presentes em quase todas as guerras que o exército lutou. Por não ser uma arma de combate (não combatente), sob as Convenções de Genebra, os membros do RAMC só podem usar suas armas para autodefesa. Esta base regimental de nomeação para MOs continuou até 1873, quando foi criado um serviço médico do exército coordenado. Para participar, um médico precisava ser qualificado e solteiro e ter pelo menos 21 anos, e depois passar por um exame adicional em fisiologia, cirurgia, medicina, zoologia, botânica e geografia física, incluindo meteorologia, e também satisfazer vários outros requisitos (incluindo ter dissecado corpo inteiro pelo menos uma vez e ter atendido 12 casos de obstetrícia); os resultados foram publicados em três classes por uma Escola de Medicina do Exército, que foi criada em 1860 em Fort Pitt em Chatham, e mudou-se em 1863 para Netley fora de Southampton.


Houve muita infelicidade no Serviço Médico do Exército nos anos seguintes. Pois os oficiais médicos não tinham realmente patente militar, mas "vantagens correspondentes à patente militar relativa" (como escolha de alojamentos, taxas de alojamento, dinheiro, empregados, combustível e luz, subsídios por lesões recebidas em ação e pensões e subsídios para viúvas e famílias). Eles tinham salários inferiores na Índia, quantidades excessivas de serviço indiano e colonial (sendo obrigados a servir na Índia seis anos seguidos) e menos reconhecimento em honras e prêmios. Eles não tinham identidade própria, como o Corpo de Serviço do Exército, cujos oficiais tinham patente militar. Uma série de queixas foram publicadas, e o British Medical Journal tornou-se vocal. Por mais de dois anos após 27 de julho de 1887, não houve recrutas para o Departamento Médico do Exército. Uma comissão parlamentar relatou em 1890 destacando as injustiças dos médicos. No entanto, tudo isso foi ignorado pelo Secretário de Estado da Guerra. A British Medical Association, o Royal College of Physicians e outros redobraram seus protestos. Eventualmente, em 1898, oficiais e soldados que prestavam serviços médicos foram incorporados a um novo corpo conhecido por seu nome atual, o Royal Army Medical Corps; seu primeiro Coronel-em-Chefe foi H.R.H, o Duque de Connaught.

O RAMC começou a se desenvolver durante a Guerra dos Bôeres, mas foi durante a Primeira Guerra Mundial que atingiu seu apogeu tanto em tamanho quanto em experiência. O próprio RAMC perdeu 743 oficiais e 6.130 soldados mortos na guerra. Durante os dias coloniais da Grã-Bretanha, o RAMC estabeleceu clínicas e hospitais em países onde as tropas britânicas podiam ser encontradas. O Major-General Sir William Macpherson do RAMC escreveu a História Médica oficial da Guerra (HMSO 1922). Sua base principal foi por muito tempo o Queen Alexandra Hospital Millbank (agora fechado). Antes da Segunda Guerra Mundial, os recrutas do RAMC eram obrigados a ter pelo menos 5 pés e 2 polegadas de altura e podiam se alistar até 30 anos de idade. Eles inicialmente se alistaram por sete anos com as cores e mais cinco anos com a reserva, ou três anos e nove anos. Eles treinaram por seis meses no RAMC Depot, Crookham Camp, Aldershot, antes de prosseguirem para o treinamento especializado em comércio.

STRENGTHENED SLIDER VERSION 
(para fixação na cobertura de cabeça)



WW1 Royal Artillery Cap Badge

WW1 Royal Artillery Cap Badge:

As raízes da RCA remontam a 1793 a "The Loyal Company" formada em Saint John New Brunswick como o serviço ininterrupto mais longo no regimento de artilharia. Originalmente, em 1832, o rei Guilherme IV permitiu ao Regimento Real o direito de usar as armas reais e suporte sobre um canhão com o lema combinado "Ubique Quo Fas et Gloria Ducunt" ("Everywhere Whiter Right and Glory Lead", em português "Em todos os lugares, a direita mais branca e a glória lideram").


Versão canadense: mais tarde a artilharia canadense foi concedeu a autorização para usar "Canadá" no lugar de "Ubieque". Não foi até depois da Primeira Guerra Mundial que a RCA, em reconhecimento ao distinto serviço no exterior, pediu mais uma vez para usar "Ubique" e recebeu permissão do rei George V. em 1926.

STRENGTHENED SLIDER VERSION (para fixação):



terça-feira, 6 de julho de 2021

"Medaglia Dell Guerra 1915-1918" x "La Medaglia per la Guerra di Liberazione 1943-45"

"Medaglia Dell Guerra 1915-1918" x "La Medaglia per la Guerra di Liberazione 1943-45":

"Medaglia Dell Guerra 1915-1918" - Concedida por participação na 1ª Guerra Mundial. Esta medalha foi instituída em 29 de julho de 1920 e substituiu uma barra de fita, introduzida em 21 de maio de 1916, que foi concedida após 1 ano de serviço em uma zona de guerra. Anos adicionais de serviço de guerra foram indicados por uma pequena estrela prateada. Em 1920, esta fita foi substituída pela medalha e várias barras foram presas à fita de acordo com o serviço de guerra dos destinatários. Essas barras são cobertas com folhas de louro e têm um ano de serviço entre 1915 e 1918 ou a palavra Albânia, seguido por um ano de serviço entre 1916 e 1920. No anverso da medalha está a cabeça com capacete do Rei Victor Emanuel III e ao redor da borda está o texto "GVERRA PER L'VNITA D'ITALIA 1915 1918" (Guerra pela Unidade da Itália). O reverso mostra uma Vitória ereta, apoiada em escudos, nascida por 2 soldados. Ao redor da borda está o texto "CONIATA 'NEL BRONZO NEMICO" (feito de bronze inimigo).

"La Medaglia per la Guerra di Liberazione 1943-45" - Essa premiação foi instituída em 21 de abril de 1945 apenas como uma fita e depois como medalha a partir de 6 de maio de 1959 a membros das forças armadas italianas, guardas de fronteira, Cruz Vermelha e certas categorias de civis, por um mínimo de 3 meses de serviço após 9 de setembro de 1943 , excluindo - é claro - o serviço na "República Social Italiana". A fita pode ter barras para cada ano de serviço: 1943, 1944, 1945 e possivelmente até 1946*. 

*O último ano então se referia a serviços de desativação de bombas, remoção de minas, etc., mas parece nunca ter sido efetivamente concedida ou fabricada. 

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Medalha Revolucionária, 1914-1918

 Medalha Revolucionária, 1914-1918:

A medalha foi criada por decreto do novo governo da Checoslováquia em 1º de julho de 1918, a ser concedida a todos os voluntários que se alistaram antes da proclamação do Governo Provisório em Paris e a nacionais dos países aliados cujos atos, sejam eles militares ou políticos, durante o período de 24 de julho de 1914 à proclamação de um governo provisório, contribuindo para o estabelecimento de uma Tchecoslováquia independente. A medalha foi obra do influente escultor francês Antoine Bourdelle (1861-1929), assistente de Rodin e tutor de muitos artistas famosos como Giacometti. Cruz bastante escassa. em bronze solida (existe modelos ocos) assinada "AB" (escultor francês Antoine Bourdelle (1861-1929), assistente de Rodin).



Livro "Derrota" do Cruzador-Auxiliar "Belmonte"

Livro "Derrota" do Cruzador-Auxiliar "Belmonte"

Alguém conhece o termo “Derrota” na Marinha do Brasil?

Dicionário:

Derrota1 - Substantivo feminino

1. Espaço percorrido ou por percorrer; percurso, caminho, direção.

2. POR EXTENSÃO•MARINHA (TERMO DE) conjunto de anotações da navegação de um navio em livro próprio.

Seria então o um diário de bordo que registra toda as rotas e portos q um navio fez e de responsabilidade de um oficial de bordo.

Ligação dessa prática com um fato histórico:

Durante a Primeira Guerra Mundial o Brasil fez a abertura dos portos brasileiros a unidades aliadas e a responsabilidade pelo patrulhamento do Atlântico Sul pela esquadra brasileira foram as primeiras ações em apoio ao esforço de guerra aliado. A Divisão Naval em Operações de Guerra, comandada pelo contra-almirante Pedro Max Fernando Frontin, incorporou-se à esquadra britânica em Gibraltar e realizou o primeiro esforço naval brasileiro em águas internacionais.

Coube a Marinha Brasileira a maior, embora modesta, contribuição militar brasileira no conflito. Para cumprir as atribuições da Marinha, o Ministro, Almirante Alexandrino Faria de Alencar, determinou a organização de uma força-tarefa que permitisse a efetiva participação da Marinha brasileira na Primeira Guerra Mundial.

Aviso Ministerial nº 501, de 30 de janeiro de 1918, foi constituída a Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG), composta de unidades retiradas das divisões que formavam a Esquadra brasileira. Passaram a compor a DNOG os cruzadores Rio Grande do Sul e Bahia, os contratorpedeiros Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Santa Catarina, o Tender Belmonte e o Rebocador Laurindo Pitta.

No nosso acervo algo relacionado:

Livro "Derrota" do Cruzador-Auxiliar "Belmonte" - Um dos sete navios da DNOG na Primeira Guerra Mundial.

O Tender de Contratorpedeiros Belmonte, ex-Palmares, ex-Valesia, foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem as cidades homônimas da Bahia e Pernambuco. O antigo Navio Mercante alemão Valesia, foi construído pelo estaleiro A.G. Neptun, de Rostock, Alemanha em 1912, tendo o numero de casco 326. Com a entrada do Brasil na 1ª Guerra Mundial, foi apresado quando estava atracado em Santos em 1917. Esteve incorporado ao Lloyd Brasileiro com o nome de Palmares. Foi incorporado a Esquadra pelo Aviso n.º 840, de 8 de fevereiro de 1918.

Classificado como Transporte de Guerra, sob o comando do Capitão-de-Corveta Benjamim Goulart, fez parte da Divisão Naval em Operações de Guerra (D.N.O.G.), comandada pelo Almirante Pedro Max de Frontin.

Jamais serão esquecidos!

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Casque Adrian modèle 1915 pour la Belgique (Corpo de Saúde)

Casque Adrian modèle 1915 pour la Belgique (Corpo de Saúde):


Apesar da semelhança, os capacetes Belgas diferem do "Adrian" francês, apresentando uma forma mais Cônica.



O M15  tinham a sua viseira (abas) dianteiras e traseiras eram produzidos em três partes, dirente da versão posterior, M20, que era em duas partes.


A pintura é "kaki clair" (Moutarde) com outra feita a mão com o simbolo da saúde em cima da cabeça do leão.


O M15 e M20 se mantiveram em uso até a 2ª Guerra Mundial, juntamente com o seu substituto, o M31 que era fabricado em uma única peça. 


quinta-feira, 14 de maio de 2020

British Army Colonel Uniform - WW1 Veteran

Uniforme de um Coronel do Exército Britânico, 
veterano da Primeira (usado cerca de 1919 a 1936):




Fitas representativas das medalhas (de cima para baixo, E>D):


> Member of the British Empire - 
Military (MBE-Mili)
> 1914-15 Star
> British War Medal
> Victory Medal


Sistema Britânico de graduações:

2Lt = 1 Pip
Lt = 2 Pips
Capt = 3 pips
Maj = Crown
Lt Col = Crown and Pip
Col = Crown and 2 Pips
Brig = Crown and 3 pips



Em Latin o lema "Tria juncta in uno" (Três unidos em um).

Lema da ordem do "Bath". Uma Estrela do "Bath" modificada com o lema e três coroas serve como distintivo de classificação de posto (chamado de "pip") na maior parte do Exército Britânico.

Brigade of Guards, ou seja, Grenadier Guards, Coldstream Guards, Scots Guards. Embora a Brigada tenha sido aumentada em 1900 pelos Irish Guards e em 1915 pelos Welsh Guards, o lema e o distintivo da brigada não foram modificados para "Quinque juncta em uno" até 1949. Isso foi modificado novamente em 1959 para abranger toda a Household Brigade (incluindo os Life Guards e Royal Horse Guards) como "Septem juncta in uno".


Os botões do uniforme possuem a coroa do Rei George V (1910 a 1936) e o lema "Honi soit qui mal y pense", uma expressão em francês que significa "Envergonhe-se quem nisto vê malícia", muito usada em meios cultos. Também é o lema da "Most Noble Order of the Garter" (Ordem da Jarreteira), comenda britânica criada pelo rei Eduardo III de Inglaterra, no tempo das Cruzadas. E um dos lemas do Reino Unido, estando estampado em sua bandeira.

Diz a lenda que, em 1347, durante um baile, a Condessa de Salisbury, amante do mesmo Eduardo III, perdeu a sua liga, azul. O Rei mais que depressa recolocou-a, sob o olhar e sorrisos (cúmplice) dos nobres.

O Rei grita então (em francês, que era a língua oficial da corte inglesa) "Messieurs, honni soit qui mal y pense! Ceux qui rient en ce moment seront un jour très honorés d'en porter une semblable, car ce ruban sera mis en tel honneur que les railleurs eux-mêmes le rechercheront avec empressement." (Maldito seja quem pense mal disto! Os que riem nesta hora ficarão um dia honradíssimos por usar uma igual, porque esta liga será posta em tal destaque que mesmo os trocistas a procurarão com avidez).

No dia seguinte cria a ordem da Jarreteira, tendo como símbolo uma liga azul sobre fundo dourado, que ainda hoje é a mais prestigiosa ordem do Reino Unido, tendo somente 25 membros e cujo Grão Mestre é o monarca da Inglaterra.


segunda-feira, 4 de maio de 2020

Dog Tag do Marinheiro Helmer C Wold - U.S. Naval Reserve Force (USNRF) - WW1

Dog Tag do Marinheiro Helmer C Wold, 
veterano da U.S. Naval Reserve Force (USNRF) 
usado durante a Primeira Guerra Mundial:



A Marinha dos EUA introduziu seu próprio disco de identificação em 12 de maio de 1917, logo após a declaração de guerra dos EUA.


Este disco, construído de metal monel (o mesmo que os hélices dos navios) e medindo 3,5cm por 3cm, detalha o nome do soldado , data de nascimento, unidade geral ("USN", "USNR", "USMC", “USNRF”, etc.) e data de alistamento. Na parte traseira apresentou-se uma impressão de sua impressão digital.


Todo esse detalhe foi acidificado no lugar, em vez de carimbado.


Agradecemos ao Maílton da Paraná Militaria

Jamais serão esquecidos!

Dog Tag Soldado Edgar Paul Wiles - US Army - WW1

Dog Tag de um soldado Edgar Paul Wiles (ASN 3654176) 
do U.S. Army, veterano da Primeira Guerra Mundial:



WILES, Edgar Paul
Born: 1894
Died: 1955
Buried: 23 APR 1955 - Fairview Cemetery, Colorado Springs

De acordo com os registros do U.S. Army Transportation records, o soldado Edgar P. Wiles, serviu na 34ª Divisão de Infantaria, durante a Primeira Guerra Mundial.


A 34ª Divisão de Infantaria foi criada em 1917, parte da Guarda Nacional, que participou da Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial e vários conflitos atuais.

História dos "dog tags" (plaquetas de identificação):




Inicialmente, com a entrada dos EUA na grande guerra, os soldados Americanos receberam os discos redondos modelo Britânico, fabricados em alumínio, ou monel, sendo a maioria em alumínio, alguns tinham um buraco, enquanto outros tinham dois buracos.

No US Army a maioria deles foram usados em um cordão de algodão muito parecido com um cadarço.

O modelo demonstrado a é do tipo "A", em alumínio, furado apenas de um lado, 3,5cm (mesmo tamanho da moeda de prata americana de half-dollar.


Agradecemos a Paraná Militaria.

Jamais serão esquecidos!

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Distintivo de Ferimentos (Verwundetenabzeichen) - 1918

Distintivo de Ferimentos (Verwundetenabzeichen) - 1918:


O Distintivo de Ferimentos foi estabelecido originalmente em 3 de março 1918 pelo rei Guilherme II para reconhecer o sacrifício dos feridos durante a Primeira Guerra Mundial.






O emblema foi instituído em três classes: preto, prata e ouro, refletindo o número ou a gravidade dos ferimentos recebidos.

Preto e Prata:



> Preto (para um e dois ferimentos)
> Prata (para três e quatro ferimentos)
> Ouro (para cinco ou mais ferimentos)

Ouro: