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sexta-feira, 15 de julho de 2022

Disco LP “Hino à FEB em Homenagem às Enfermeiras de Guerra”

Disco LP “Hino à FEB em Homenagem às Enfermeiras de Guerra” de 1977 feito pela sra. Neyda Vidal Navarro, esposa do veterano da FEB, Gen Alvarenga Navarro, na época Comandante da 2 Região Militar, bem como, pela sra Helena Amaral, viúva do Brigadeiro Amaral. Teve apoio da Federação dos Empregados do Comércio de SP e do Sindicato dos Fotógrafos.




terça-feira, 28 de junho de 2022

Binóculos DF VASCONCELOS

 Binóculos DF VASCONCELOS:

Em seu estojo de lata de fábrica e case de couro. 






Usado pelo EB e pela FEB durante a Segunda Guerra Mundial.


A D.F. Vasconcellos foi fruto da tenacidade de um jovem santista chamado Décio Fernandes de Vasconcellos que, desde cedo, se interessava por tecnologia e que, em 1940, por volta dos 30 anos de idade, escreveu ao Presidente da República de então se propondo a fabricar um instrumento de observação – telêmetro de depressão – para a Marinha usar nas unidades de artilharia de costa. Chamado pelo Ministro da Guerra para explicar seus planos, saiu da reunião com o apoio necessário para iniciar a fabricação de tal aparelho, antes importado, já no ano seguinte.


Bibicos de Contra-Almirante da Marinha do Brasil (Anos 40-50)

 Bibicos de Contra-Almirante da Marinha do Brasil (Anos 40-50):


Detalhe das marcas onde ficavam as estrelas de posto do bibico verde:


*Imagem das medalhas meramente ilustrativa.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Antiga Flâmula de Comando da Marinha de Guerra do Brasil

Antiga Flâmula de Comando da Marinha de Guerra do Brasil:


Ficam no topo do mastro dos navio. Ela conta com 21 estrelas e indica que o navio é comandado por um oficial. Se houver no navio alguma outra autoridade superior a do comandante, a flâmula é arriada e substituída pela de mais alta patente. Ela é trocada nas passagens de comando e nunca é arriada. Ao final do comando do navio, o oficial guarda a flâmula sem lavar.

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

US Navy Chief Petty Officer (CPO - E7)

US Navy Chief Petty Officer:



Rank insignia (heavy bullion & silver thread embroidered rank patch): 

US Navy Chief Petty Officer  (CPO - E7) 

Service hash mark - uma faixa para cada quatro anos de serviço ativo: 1 

Specialty mark: Storekeeper

Ribbon Bar Medals:

> Navy Good Conduct

> American Campaign

> European African Middle Eastern Campaig with 3 Battle Stars

> World War II Victory

Os "Petty officers" (suboficiais) da Marinha dos EUA eram distinguidos por um distintivo de classificação usado na parte superior do braço. Consistia em uma águia, uma marca de especialidade e divisas indicando o grau de classificação. Oficiais subalternos do "Seaman Branch" usavam o distintivo na manga direita, todos os outros ramos o usavam na esquerda. 


Nos Regulamentos Uniformes de 1941, era determinado que a cabeça da águia sempre ficasse voltada para a frente, portanto, nos emblemas de classificação do braço esquerdo a águia ficava voltada para a esquerda do observador e vice-versa para os emblemas de classificação do braço direito:


O número de divisas "chevrons" no emblema de classificação indicava o grau, com um arco no topo para os suboficiais:


Havia vários esquemas de cores diferentes para o emblema de classificação, dependendo do uniforme:


Divisas douradas com águia bordada em prata e marca especial. Usado em uniformes azuis por todos os oficiais subalternos com 12 anos de boa conduta ininterrupta. Opcional após maio de 1942 para conservar material.

Divisas verdes florestais com águia bordada em verde. Para socorristas do hospital e outro pessoal da Marinha vestindo uniformes cáqui do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. Autorizado pelo Corpo de Fuzileiros Navais, mas não regulamentado pela Marinha. Oficialmente substituído por emblemas de classificação azul escuro sobre cáqui em novembro de 1943.

Divisas azuis escuras, águia e marca especial. Usado por suboficiais com o uniforme de trabalho de inverno da aviação verde florestal. Tornou-se o esquema de cores regulamentar para uso em uniformes verdes do USMC em novembro de 1943.

Divisas azuis escuras, águia e marca especial. Usado por suboficiais com uniforme cáqui de trabalho. Tornou-se o esquema de cores regulamentar para uso nos uniformes cáqui do USMC em novembro de 1943.


Listras azuis escuras, águia e marca especial. Usado com o uniforme cinza de trabalho dos suboficiais. Crachá de classificação autorizado em agosto de 1943. Crachás de classificação cinza semelhantes para suboficiais de 1ª, 2ª e 3ª classes foram usados em uniformes de jumper cinza emitidos de forma limitada.

O equivalente ao distintivo de classificação ouro, mas em um fundo verde florestal para uso no uniforme de trabalho da aviação de inverno pelos suboficiais designados como pilotos da aviação naval. Também usado não oficialmente por CPOs não-pilotos que atuam em comandos de aviação. Não descrito nos regulamentos da Marinha, mas visto em fotos e mencionado na publicação aprovada pelo Bureau of Supplies and Accounts, The Naval Officers 'Uniform Plan, 1943.

O equivalente ao distintivo de classificação prateado, mas em um fundo verde florestal para uso no uniforme de trabalho da aviação de inverno pelos suboficiais designados como pilotos da aviação naval. Também usado não oficialmente por CPOs não-pilotos que atuam em comandos de aviação. Não descrito nos regulamentos da Marinha, mas visto em fotos e mencionado na publicação aprovada pelo Bureau of Supplies and Accounts, The Naval Officers 'Uniform Plan, 1943.

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

2ND LEGION FIELD ARTILLERY REGIMENT - KIELCE

 2ND LEGION FIELD ARTILLERY REGIMENT - KIELCE

(Feito em Campo)


REGIMENTO DE ARTILHARIA DE CAMPO DA 2ª LEGIÃO, EXÉRCITO POLONÊS



sexta-feira, 1 de outubro de 2021

USN WAVES (Women Accepted for Volunteer Emergency Service)

 The United States Naval Reserve (Women's Reserve), também conhecidas como WAVES (Women Accepted for Volunteer Emergency Service), foi o braço feminino da Reserva Naval dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. 


Foi estabelecido em 21 de julho de 1942 pelo Congresso dos Estados Unidos e sancionado pelo presidente Franklin D. Roosevelt em 30 de julho. Isso autorizou a Marinha dos Estados Unidos a aceitar mulheres na Reserva Naval como oficiais comissionados e em nível alistado, com vigência para o duração da guerra mais seis meses. O objetivo da lei era liberar oficiais e homens para o serviço marítimo e substituí-los por mulheres nos estabelecimentos em terra. Mildred H. McAfee, de licença como presidente do Wellesley College, tornou-se a primeira diretora do WAVES. Ela foi comissionada como tenente-comandante em 3 de agosto de 1942, e mais tarde promovida a comandante e depois a capitã.

A Lei Pública 689, que permite às mulheres servir na Marinha, deve-se em grande parte aos esforços do Conselho Consultivo das Mulheres da Marinha, Margaret Chung, e Eleanor Roosevelt, a primeira-dama dos Estados Unidos.

Para serem elegíveis para a escola de candidatos a oficiais, as mulheres deveriam ter entre 20 e 49 anos e possuir um diploma universitário ou ter dois anos de faculdade e dois anos de experiência profissional ou empresarial equivalente. Os voluntários de nível alistado deveriam ter entre 20 e 35 anos e possuir diploma de ensino médio ou de administração, ou experiência equivalente. Os WAVES eram principalmente brancos, mas 72 mulheres afro-americanas acabaram servindo. O treinamento da Marinha para a maioria dos candidatos a oficiais da WAVE ocorreu no Smith College, Northampton, Massachusetts. O treinamento especializado para oficiais foi conduzido em vários campi universitários e instalações navais. A maioria dos membros alistados recebeu treinamento de recrutamento no Hunter College, no Bronx, na cidade de Nova York. Após o treinamento de recrutamento, algumas mulheres participaram de cursos de treinamento especializado em campi universitários e em instalações navais.

O WAVES atendeu em 900 estações nos Estados Unidos. O território do Havaí era a única estação no exterior para a qual sua equipe era designada. Muitas oficiais entraram em campos anteriormente ocupados por homens, como medicina e engenharia. Mulheres alistadas serviram em empregos de escriturário a montadores de paraquedas. Muitas mulheres experimentaram hostilidade no local de trabalho por parte de seus colegas homens. A falta de políticas claras da Marinha, desde o início, foi a fonte de muitas das dificuldades. O pico de força do WAVES foi de 86.291 membros. Após a desmobilização do oficial e dos membros alistados, o secretário da Marinha James Forrestal, o almirante da frota Ernest King e o almirante da frota Chester Nimitz elogiaram o WAVES por suas contribuições ao esforço de guerra.

Jamais serão esquecidas!

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Cel Mario Marcio C. Fontanillas da Cunha - In Memoriam

 Cel Mario Marcio C. Fontanillas da Cunha:

Nasceu em 15 de junho de 1920 no Mato Grosso. Com 17 anos, em 1937, foi aluno do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Com 1,75 metros de altura (alto para média nacional) era atleta da escola e depois da Academia Militar, no atletismo e boxe. Era descrito por colegas como um Cadete sério e de pouca conversa.


Ele defendeu a Escola Militar na taça Lage, juntamente com o colega Rui Moreira Lima em 1940.

Campeonato Carioca de Atletismo de 1940. Mario Marcio na pista 2 numa bela passagem de barreira, durante a prova de 110 metros com barreiras altas, vendo-se, na pista 3, o atleta Hélio Dias Pereira, ambos defendendo as corres do Fluminense F.C.


Campeonato Carioca de Atletismo de 1941. O cadete Mario Marcio passando barreiras altas, na prova de 110 metros com barreiras, seguido de perto por três outros concorrentes, o da pista 1 era o cadete Pitaluga, também mato-grossense:


Em 1943, com 23 anos, foi declarado Aspirante e serviu em Corumbá. Foi voluntário para a FEB e foi para a Itália cm 2º Tenente (1G-178914) em 22/09/1944 com o 11º Regimento de Infantaria.

Em 25 de agosto de 1944, no acampamento de Vada, na Solenidade Militar em comemoração ao "Dia do Soldado Brasileiro", que contou com a presença do general Mark Clark, comandante do V Exército, que passou em revista o Destacamento Tático, comandado pelo general Zenóbio da Costa. O 2º Ten Mario Marcio foi o porta-bandeira.


O Ten Mario Marcio, observador da Companhia de Obuses do 11º Regimento de Infantaria, entre o Oficial de Operações (S/3), à esquerda, e o Capelão de seu regimento:


Fotografia enviada para sua mãe em dezembro de 1944, poucos dias antes de ser gravemente ferido, na Itália:


Uma granada de tempo o pegou (detona depois de alguns segundos). Tentou jogar de volta e foi ferido, escreveu o jornalista Rubem Braga.

Em 1945, com 25 anos, foi para os EUA e internado no La Garde General Hospital, em New Orleans, ainda com as pernas e braços gessados:


O 2º Tenente Mario Marcio de cadeira de rodas com oito feridos brasileiros:


Em companhia de duas enfermeiras nos EUA:


Foi reformado em 28/03/1945 e seu retorno foi em 10/05/1945:


Fotos da página V de Vitória no FB:




Em sua homenagem foi criada uma taça, que recebia 20 provas em oito dias.

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Casaco de Uniforme de Chief Warrant Officer Machinist's Mate da Marinha Americana (Segunda Guerra Mundial)

Casaco de Uniforme de Chief Warrant Officer Machinist's Mate da Marinha Americana

(Segunda Guerra Mundial)

Possui um conjunto de fitas de de condecorações militares representando a "WW1 Victory Medal (Medalha da Vitória da Primeira Guerra Mundial) com uma estrela de campanha e a "Mexican Service Medal" que foi estabelecida pelas Ordens Gerais do Departamento da Marinha Número 365 em 11 de fevereiro de 1918, conforme alterado pelo Departamento da Marinha Ordens Gerais nº 464 de 27 de abril de 1919 para reconhecer os militares que prestaram serviço militar contra as forças mexicanas entre as datas de 12 de abril de 1911 e 16 de junho de 1919. 





Chief Warrant Officer - Machinist's Mate:



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