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terça-feira, 28 de junho de 2022

Cruz de Honra de Jerusalém - Vaticano (Anos 50-60)

 Cruz de Honra de Jerusalém - Vaticano:

(Anos 50-60)

Concedida entre 1900 até dias atuais, aos peregrinos da Terra Santa. Muitos integrantes do Batalhão Suez trouxeram para o Brasil.

Criada por Leão XIII, Sumo Pontífice, 1900 em 02 de maio de 1901 que autorizava o Custódio da Terra Santa para concede-la em cima de peregrinos que apresentaram um certificado de boa, a vida cristã moral do seu pároco e uma intenção verdadeiramente religiosa em fazer a viagem à Terra Santa. 

Ela serve como um testemunho e lembrança da peregrinação. 

A condecoração é uma cruz semelhante ao dos Cavaleiros do Santo Sepulcro, a ressalva de que os quatro pequenas cruzes são muletas em vez de ser simples de forma. Um medalhão com a inscrição LEÃO XIII CREAVIT. ANNO M.C.M. ocupa o centro do grande cruz. Em cada ramo da grande cruz são figuras esculpidas da Anunciação, Natividade, o Batismo de Cristo, e A Última Ceia, respectivamente. Nas extremidades em forma de muletas são as palavras, CHRISTI AMOR crucifixi TRAXIT NOS (Latin = O amor de Cristo crucificado nos atrai). No verso da cruz, a figura de Cristo aparece no centro do medalhão. Nos ramos são representações da Agonia no Horto, Flagelação, Coroação de Espinhos e crucificação, e nas extremidades dos ramos as palavras SIGNUM Sacri ITINERIS HIERSOLIMITANI (sinal de peregrinação a Jerusalém). 

Era usada no peito esquerdo suspenso de uma fita vermelha com quatro pequenas barras transversais azuis com bordas brancas, que por sua vez são demarcados com amarelo escuro. 

Existem três classes de medalhas: ouro, prata e bronze, adaptadas à condição de peregrinos e os serviços que eles prestaram à Terra Santa.











segunda-feira, 19 de julho de 2021

Japona de Inverno 1° Modelo “Cachorrão” ou "Urso"

Conhecida como “Cachorrão” ou "Urso",  japona de inverno 1° modelo de um Coronel do Exército Brasileiro, fabricado pela famosa Casa Passarello do Rio de Janeiro.


Na imagem, o então Major Campello usando uma semelhante no Egito em 1957-58.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Grupo de um Oficial de Artilharia - Veterano do Suez e Defesa de Costa na Segunda Guerra Mundial

 Grupo de um oficial de Artilharia C.C. Torres, Veterano do Suez e 

Defesa de Costa na Segunda Guerra Mundial:

Nasceu em Novembro de 1917. 

Carreira:

E.A.C. - Categoria A - Curso de Artilharia em 1929.

Aspirante - Promovido em 27/03/1934 - 11° QSG até janeiro de 1937. 

2° Tenente - Promovido em 15/11/1937. 

1° Tenente - Promovido em 07/09/1939. Serviu no 2ª BIAC no Forte Duque de Caxias (Rio de Janeiro) e 2ª G.A.C (2° Grupo de Artilharia de Costa) na Fortaleza de São João (2°GACos/FSJ) no Rio de Janeiro.

Capitão - Promovido por decreto de 24 do junho de 1943, foi comandante do 5ª BIAC no Forte dos Andradas (ponta de Munduba, ao sul da ilha de Santo Amaro, estado de São Paulo) de 09/08/1943 a 05/02/1946. Ajudante de Ordens do General Amaro S. Bittencourt e General Prati. Professor de História Militar, da Escola Militar de Rezende desde 25/07/1949. 

Major - Promovido em 02 de agosto de 1951. Concluiu a ECEME - Curso de Comando e Estado Maior em 1954 (44ª Turma).

Tenente Coronel - Promovido em 04/07/1955, estava no QG da 9ª Região Militar e foi transferido para o QG da 1° Região Militar. Recebeu a Ordem do Mérito Militar em 17/08/1957. Foi do Estado Maior da Força de Emergência das Nações Unidas na Missão de Paz no Suez em 1960 a 1961.

Coronel - Promovido em 26/12/1963. Foi para reserva em 1964 com o posto de General de Divisão.

Diretor Presidente da Companhia Brasileira de Alimentos - COBAL em 1966.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Um Gaúcho "Faraó" do Egito - Batalhão Suez

Um Gaúcho "Faraó" do Egito - Batalhão Suez:

Grupo de um dos 1.150 soldados gaúchos que integraram uma missão de paz da Organização das Nações Unidas, sendo enviados para o Oriente Médio em três contingentes — o 5º, o 13º e o 20º —, tinham como função supervisionar o cessar-fogo entre as forças egípcias e israelenses depois da Guerra do Suez. O primeiro grupo deixou o Estado em 1959. O último retornou em 1967, quando eclodiu a guerra dos Seis Dias.



Jamais serão esquecidos!

Distintivo "Coração Brasil"

Distintivo "Coração Brasil":



Foi criado em 1943, usados no pré-embarque do Brasil para a Itália da FEB e também em solo europeu. Com a criação do novo símbolo da "Cobra Fumando" foram substituídos.



Anos depois, a partir de 1957 foram reutilizados nos primeiros contingentes brasileiros para a missão de paz no Suez.




Novamente em 1965 na República Dominicana na missão da Força Interamericana de Paz (FIP) criada pela Organização dos Estados Americanos (OEA) para pôr fim à guerra civil nesse país. Para atender a resolução da OEA, o Brasil organizou o Destacamento Brasileiro da Força Armada Interamericana (FAIBRÁS), com um Batalhão do Exército e um Grupamento de Fuzileiros Navais. O Exército Brasileiro usada novamente o famoso "Coração Brasil".




quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Uniformes “Soldados da Paz - Batalhão Suez”

 Uniformes “Soldados da Paz - Batalhão Suez”:






Copia oficial brasileira da jaqueta do US Army M41, aqui apelidada de "James Dean": 




Únicos do Brasil que receberam o Nobel da Paz às Forças de Paz das Nações Unidas.

Jamais serão esquecidos! 

sexta-feira, 11 de março de 2016

Conjunto de Medalhas de um Veterano Francês do Suez e da Argélia

Acervo - Conjunto de medalhas de um veterano francês 
do Suez em 1956 e da Guerra da Argélia (1954-1962):



As medalhas são:

Médaille militaire
Croix de la Valeur Militaire 
(Citation à l'ordre de la brigade Étoile en bronze + citation à l'ordre de la division Étoile en argent)
Médaille commémorative des opérations du Moyen-Orient
 Médaille Coloniale (ALGÉRIE, MAROC e TUNISIE)