terça-feira, 31 de julho de 2018

Jornal "A Noite" - Fotografia do Cap Av Pamplona e Asp Prado indo para Guerra

Jornal "A Noite" - Fotografia do Pamplona e Prado no seu embarque para Guerra:


Cap Av Oswaldo Pamplona Pinto

Nome de Guerra: Pamplona
Patente/Registro: Capitão Aviador / BO-62159
Nascimento: 13/04/1913, Rio de Janeiro (RJ) - Brasil
Falecimento: 21/08/1994, N/D
Função Piloto de Combate

Piloto de combate e sub-comandante do grupo, tendo completado 47 missões. Sua primeira missão também foi a primeira do Grupo de Caça, em 31 OUT 44, voando como ala de uma esquadrilha do 346th Fighter Squadron. Sua última missão foi em 10 MAR 45. Com o decorrer da Campanha, passou a ser o Oficial de Operações. Em 29 Mar 45, regressou ao Brasil.

o regressar ao Brasil, continuou no serviço ativo exercendo diversas funções de Comando na FAB, até ser transferido para a reserva remunerada no Posto de Brigadeiro do Ar. Foi Comandante da Base Aérea de Santa Cruz entre 13 DEZ 1951 e 21 JAN 1955.

Asp Jorge da Silva Prado

Nome de Guerra: Prado
Patente/Registro: Aspirante Especialista Amamento / BO-308
Nascimento: 09/02/1921, São Paulo (SP) - Brasil
Falecimento: 18/02/1991, São Paulo (SP) - Brasil
Função: Oficial Encarregado do Material Bélico e da Seção de Armamento


Em 1943, era Instrutor da Escola de Formação de Oficiais Especialistas da FAB, onde participou na formulação dos currículos de ensino, eliminando matérias obsoletas, e introduzindo assuntos atualizados. Em seguida, foi para a América do Norte, onde especializou-se em armamento e chefia do setor de munições e armamentos do 1º Grupo de Caça, na Itália.

Na Itália foi o Oficial que chefiou as seções de armamento e material bélico, sendo responsável de todo o armamento do grupo. Além de manter o armamento, providenciava o remuniciamento dos aviões com munição calibre 0,50 mm, bombas de demolição de 500 libras de peso, bombas de fragmentação, bombas incendiárias, tanques de napalm, tubos de lançamento de foguetes, harmonização das 08 metralhadoras com o visor do tiro, conjugação de comando de disparo das metralhadoras com as câmeras cinematográficas para registro dos resultados das missões, manutenção das câmeras cinematográficas e das câmeras fotográficas tipo K-25. Tinha ele na ocasião 23 anos, e no Posto de Aspirante. Foi a seção mais perigosa e mais difícil, no entanto deu conta magnificamente. Havia 70 homens sobre seu comando.

Ao regressar ao Brasil, após guerra, foi chefe de material bélico na Base de Santa Cruz, onde introduziu novos métodos de armazenagem de material bélico em melhores condições técnicas. Em 1953 - 1955, foi presidente da Comissão de Material Bélico da Aeronáutica. Modificou o Sistema de Ordens Técnicas, e estabeleceu nomenclatura padrão que foi adotada pelas Forças Armadas do Brasil. Idealizou tipos de bombas incendiárias e respectivas espoletas ainda em uso na FAB. Produziu os primeiros foguetes de aviação fabricados no Brasil, e desenvolveu juntamente com Oficiais do Exército novos tipos de propelentes sólidos. De 1955 à 1958, comandou o depósito Central de Material Bélico da FAB. Remanejou completamente a estocagem de material bélico, de acordo com as tabelas internacionais de segregação de explosivos. Fez vários cursos no exterior, EUA, Inglaterra, Bélgica, França e Suíça, no assunto de sua especialidade. Aposentou-se no Posto de Tenente Coronel e na vida civil ainda trabalhou na FNM-Fábrica Nacional de Motores, na McCann Erickson e na Infoplan (divisão de Relações Públicas da McCann).

Através da Portaria 558/GC3 de 5 de Outubro de 2011, a FAB instituiu o Dia do Material Bélico e o Veterano Jorge da Silva Prado foi escolhido como Patrono.

Informações: http://www.sentandoapua.com.br

Acervo: Ten Brig Theobaldo Antonio Kopp - In Memoriam 
no Museu da Vitória - Brig Nero Moura

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